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Milho aumenta o preço


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Milho: Mercado do Brasil encerra semana com preços fortes e sustentados

AUMENTO DO MILHO - A semana termina com preços sustentados para o milho brasileiro. A oferta ajustada - com os estoques baixos e os produtores ainda evitando novos negócios diante da demanda aquecida - segue como um dos principais pilares de suporte para as cotações do cereal. A maior parte das praças de comercialização no interior do Brasil têm mantido referências acima dos R$ 40,00 por saca.  

 

"De uma forma geral, o produtor segue com a estratégia de reter o máximo possível o milho armazenado para forçar uma valorização nos preços", dizem os analistas da consultoria Safras & Mercado em seu balanço semanal. Mais do que isso, ainda segundo os especialistas, o escoamento da soja mais intenso neste momento, diante do avanço da colheita, também encarece um pouco mais os fretes para o grão, o que estimula ainda mais o produtor a segurar novas vendas.  

 

A estimativa da Safras & Mercado é de que a produção de milho do Brasil nesta temporada alcance 104,75 milhões de toneladas. E para alguns analistas e consultores, como Roberto Carlos Rafael, da Germinar Correota, nem mesmo a chegada das ofertas da safra de verão e da safrinha deverão promover uma pressão muito severa sobre os preços em 2020, a ponto de trazer o mercado de volta a patamares muito mais baixos do que os atuais.  

 

Na B3, a sexta-feira foi mais uma sessão de alta para os futuros do milho, que encontraram também apoio no dólar. Nesta última sessão da semana, a moeda norte-americana superou os R$ 4,30 pela primeira vez na história, sendo estimulada pelo movimento externo.  

 

"É um movimento global: o dólar sobe lá fora, e, ao mesmo tempo, há uma dinâmica ruim no cenário doméstico para o real", disse Machado. "Nosso diferencial de juros é muito ruim em relação a nossos pares, não há fluxo estrangeiro -- na verdade, há saídas -- e não temos grau de investimento", explicou à Reuters o operador da Commcor, Cleber Alessie Machado.  

 

Assim, o vencimento março continua operando acima dos R$ 49,00 por saca, o maio acima dos R$ 46,00 e o demais - julho e setembro - acima dos R$ 41,00. Da mesma forma, o Indicador Cepea vai caminhando para encerrar a semana na casa dos R$ 50,00. No porto de Paranaguá, o indicativo permanece nos R$ 43,00 por saca.